Na indigente procura do meu corpo
encontro o seu
trêmulas inconformidades
Sexo é poesia
e não há poesia sem quadril
Pelo arfar da pele nua
as ondas de pelo
lambendo a carne que é sua
sua
e só há o gozo dos membros
balbuciando gestos e suspiros
entre a quentura que me consome
joga-me num embalaiado
olhos fechados de infinitos
por entre barrigas e bocetas
o ninho que escora minha raiva e sufoca meu contentamento
Estamos engalfinhados na libertação de nós mesmos
CARALHO!!!!! - será que posso dizer isso por aqui? Mas não tive outra palavra. Foi Visceral. Gosto do seu estilo.
ResponderExcluirhahaha Pqp, pára de ler Freud!
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