sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Seguindo uma tendência da minha atuação na internet, troquei mais uma vez o jeito do blog. Uma parte de mim insiste em ficar envergonhado pela desimportância de tudo isso. Não me importo - diz a outra parte. Quem quiser se importar, importe-se, quem se desimportar, faça o que bem entender. A ideia, "o conceito" do blog, é inspirado nessa música aí: pra quem não conhece http://www.youtube.com/watch?v=BzeTU7KEeXY
terça-feira, 20 de setembro de 2011
ATENÇÃO LEITORES!!!
"SEGUNDA-FEIRA, 19 DE SETEMBRO DE 2011
Iniciativa dos alunos dos cursos de graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, a 3º edição da revista Estrelas Vagabundas será lançada em outubro. Os trabalhos selecionados estão em fase de diagramação. Impressa em formato livro, a revista conta com mais de 20 autores, que contribuíram com imagens, contos, crônicas e poemas. O lançamento contará com sarau e bebericos para comemorar os cerca de duzentos exemplares de 70 páginas que serão distribuídos gratuitamente."
Estrelas Vagabundas | Lançamento em Outubro/2011
Iniciativa dos alunos dos cursos de graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, a 3º edição da revista Estrelas Vagabundas será lançada em outubro. Os trabalhos selecionados estão em fase de diagramação. Impressa em formato livro, a revista conta com mais de 20 autores, que contribuíram com imagens, contos, crônicas e poemas. O lançamento contará com sarau e bebericos para comemorar os cerca de duzentos exemplares de 70 páginas que serão distribuídos gratuitamente."
sábado, 17 de setembro de 2011
Na indigente procura do meu corpo
encontro o seu
trêmulas inconformidades
Sexo é poesia
e não há poesia sem quadril
Pelo arfar da pele nua
as ondas de pelo
lambendo a carne que é sua
sua
e só há o gozo dos membros
balbuciando gestos e suspiros
entre a quentura que me consome
joga-me num embalaiado
olhos fechados de infinitos
por entre barrigas e bocetas
o ninho que escora minha raiva e sufoca meu contentamento
Estamos engalfinhados na libertação de nós mesmos
encontro o seu
trêmulas inconformidades
Sexo é poesia
e não há poesia sem quadril
Pelo arfar da pele nua
as ondas de pelo
lambendo a carne que é sua
sua
e só há o gozo dos membros
balbuciando gestos e suspiros
entre a quentura que me consome
joga-me num embalaiado
olhos fechados de infinitos
por entre barrigas e bocetas
o ninho que escora minha raiva e sufoca meu contentamento
Estamos engalfinhados na libertação de nós mesmos
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